Primeiro Unicórnios, Agora Yetis

Bom, vou começar dizendo que eu tinha certeza que tinha escrito um post sobre unicórnios, mas acho que ficou só no twitter. Whatever, a matéria que fala de um unicórnio ter sido, “finalmente” fotografado pode ser encontrada aqui! Na ocasião eu lembro que escrevi no twitter que se desse notícias de dragões tendo sido encontrados (vivos) eu largaria meu emprego atual e passaria a fazer algo que definitivamente eu não me recordo o que era.

Palhaçadas a parte, o unicórnio em questão não é como imaginamos em nossas fantasias, como sendo um nobre e belo cavalo branco dotado de um solitário e explêndido chifre em sua fronte. O unicórnio do mundo real, é apenas um animal comum com um único chifre, nada de mágico nisso. Eu diria que é até feio.

Porém hoje, saiu uma matéria de uma garota, Justyna Folger – 19 anos, que foi atacada por um Yeti pervertido, o incidente foi registrado por seu namorado, Tadeusz Serafinowski.
Um vídeo, feito porsteriormente por Piotr Kowalski, 27, mostra a criatura em questão em meio as pedras do monte Tatra, na Polônia. O vídeo em sí possui uma péssima qualidade, o que deixa dúvidas a respeito da veracidade da criatura, porém ‘Park Rangers’ (não sei o nome da profissão em português) tem estado em alerta e a procura do Yeti desde então.

A matéria sobre o Yeti pode ser encontrada aqui.

Ambas as matérias são do jornal metro.co.uk, distribuido gratuitamente nas estações de trêm em Londres – RU. A respeito do jornal posso dizer que dentre os ditruibuidos gratuitamente (metro, londonpaper, london lite, etc..) ou pagos (evening standart, times, etc..) o Metro não possui uma política voltada ao sensacionalismo ou a grupos políticos, mantendo uma postura neutra e séria.

Agora, está é a segunda confirmção de um ser que deveria existir apenas em lendas, ser de fato uma espécie (ainda a ser provado a veracidade do ocorrido com o yeti). O que mais o mundo esconde por debaixo da “manga”?

Pode ter certeza que se encontrarem um raio de um dragão (estilo europeu ou oriental) eu largo mão de trabalhar e passo a viver como caçador como no bom e velho d&d.

Continuando…

“Erik sobreviveu com dificuldade ao seu primeiro teste como guerreiro e mago.

Porém seu retorno a vila não lhe oferece descanso. A paz e alegria que a vila alcancou com a vitória nA Batalha das Cavernas é apagada pela constante ameaca recém despertada.”

Mago: O Caminho, Capítulo 4: Problemas a Caminho.

Linux – Wine – Raganorok Online

Bom, a um bom tempo sou jogar de Raganork Online. Sempre joguei ele a partir do Windows, primeiro no XP e mais recentemente no Vista.

Recentemente comecei a estudar Ruby on Rails, a princípio, no próprio Windows. O que me deixou profudamente aborrecido por não funcionar nada como deveria. Então optei por instalar o Ubuntu 9.04 Jaunty numa máquina virtual, mas mesmo assim não fiquei contente.

Então limpei os arquivos desnecessários, particionei o disco e instalei o Ubuntu no notebook (não sem antes testar pelo live se a placa wireless funcionaria sem maiores problemas).

Com essa decisão eu abri mão de jogar não apenas Raganarok, mas também NeverWinter Nights II e Age of Empires II: The Conquerors. Porém como jogador incurável, passei a pesquisar se seria possível jogar, a princípio, Raganork no linux. Já tinha lido algo a respeito mas nunca testado.

A princípio copiei a instalação que ainda não havia removido da partição do Vista, erro com o arquivo grfs.dll. Nada referente a este erro relacionado ao linux eu consegui achar no google.

Então eu instalei o jogo novamente, usando o wine para instalá-lo direto no Ubuntu. Mesmo erro.

Num teste que eu sabia que não iria funcionar, eu rodei o cliente do servidor onde eu jogo, ao invés do jogo direto. O erro me foi parecido. Dizia que não encontrava o arquivo GRF.dll (as letras maiúsculas e a ausência do ’s’ fazem grande diferença nessa caso).

Procurei no google, achei, baixei, coloquei na devida pasta e testei. Novamente erro com o arquivo grfs.dll.

Sem saída? Não! Simplesmente deletei esse arquivo e fiz uma cópia do GRF.dll como grfs.dll. Tcharans!! Funcionou perfeitamente. Quer dizer, quase.

O jogo ficava piscando o tempo todo, tornando impossível permanecer mais do que 2 minutos com ele aberto.

Novamente fui pesquisar na internet sobre o problema. Já tinha lido que a emulação do ragnarok no wine em micros/notebooks com placas ATI não funcionaria, salvo raras exceções. Então, achando que seria esse o problema, pesquisei arduamente a respeito, pesquisa essa que não durou mais do que meia hora até eu encontrar que, versões, opções, aceleração, tudo o que poderia ser feito para corrigir o problema já estava de fato funcionando no meu querido Ubunti (como falávamos onde trabalhava no Brasil).

Que merda seria essa? Fiquei pensando comigo.

Deixando esse problema para depois, criei um shell script para que eu não tivesse que toda vida abrir o terminal, ir até a pasta e rodar o jogo com o wine.

Coloquei o famoso (pra quem conhece o mundo não-windows) & no final da linha de comando. Assim o terminal poderia ser fechado sem que eu fechasse o jogo.

Não sei o que me levou a querer de fato fazer esse script mesmo com o jogo não funcionando adequadamente, mas quando fechei o terminal, o insuportável piscar, simplesmente parou.

O único problema que ainda resta é uma travadinha que ele dá na música de fundo do jogo, facilmente contornável desabilitando a música em sí.

Agora estou com um Raganarok funcionando perfeitamente, num SO no qual não foi projetado inicialmente para rodar, com uma placa de vídeo que “me disseram” que não funcionaria.

No momento estou trabalhando num tutorial bem detalhado/mastigado. Pretendo colocá-lo aqui assim que o terminar. Mas em geral, de tudo o que eu falei, não tem segredo algum.

Apenas instalei o jogo pelo wine, acredito que seja desnecessário. Peguei um arquivo GRF.dll pelo google, já que o meu dava problema, (aliás, não existia com esse nome), criei uma cópia dele como grfs.dll e executei o jogo pelo wine também. Sem maiores problemas.

Viva Liberdade! Viva Linux! Viva Ubuntu!

Mago: O Caminho – continuacao

Essa é a continuacão de Mago: O caminho.

Uma história baseada no ambiente de Dungeons and Dragons. Decidi por utilizar o Capaign Setting de Forgotten Realms, asism não preciso me preocupar muito com mapas, vilas/cidades e organizacões.

A vila onde a história tem seu início continua sendo uma vila desconhecida em toda Toril, se algum dia houve algum mapa com sua indicacão, tal mapa já não existe mais ou é raro de se encontrar.

Talvez os únicos que saibam sua perdida localizacão são os magos velhos e anciões do pais de Halruaa. Porem logo este quadro ira mudar, ja que algo esta atraindo a atencao de criaturas malignas para a região, talvez atraia a atencão do conselho de anciões também.

O capítulo recente pode ser visto aqui.

O primeiro aqui.

Lembrando que o capítulo dois está intercalado entre os dois posts. O capítulo três termina com o fim do post.

Mago – Uma nova história

Comecei a escrever uma nova história cujo cenário é baseado em D&D versão 3.5.

As localidades e nomes são de minha autoria, porém, classes, magias e monstros são as do aclamado modelo de RPG.

Eis o link: http://grimoirium.wordpress.com/2009/08/15/mago-o-caminho/

O campítulo 2 ainda não está terminado. Colocarei assim que possível!

Updade Grimoirium

Continuação do conto da Torre do Relógio: http://grimoirium.wordpress.com/2009/07/07/a-torre-do-relogio-2/

Eu gostaria de tê-la escrito até o final de uma única vez. Mas como não foi possível, e meu ânimo praticamente se esgotou, vou escrevê-la na medida do possível.

A Torre do Relógio/The Clock Tower

Novo poste em Grimoirium: http://grimoirium.wordpress.com/2009/07/04/a-torre-do-relogio-1/

Essa é apenas a primeira parte, amanhã pela manhã tem mais.

New Post at Grimoirium: http://grimoirium.wordpress.com/2009/07/04/a-torre-do-relogio-1/

It was just the first part, tomorow morning it will have more.

New Tale – Waking Up – Grimoirium

http://grimoirium.wordpress.com/2009/06/23/waking-up-rebuild/

It’s a new post in another blog, one made only to publish such stories and tales.

Doesn’t have any important meaning in the Waking Up, since it was writen only to try my English writing skills. I honesty hope that I continue the history, but in the same way that I want to continue writing, I’m not sure if I will do!

É um novo post em outro blog, um blog feito apenas para que eu possa publicar contos e histórias diversas.

O conto em sí não possui nenhum significado, ao menos, nada que eu tenha percebido no momento. Eu gostaria de continuar a escrevê-lo, mas não sei se vou fazer, muito do que eu começo eu nunca acabo, nunca termino. Mas eu vou publicar e deixar publicado, talvez algum dia eu continue a história. E quem sabe, nesse dia, “Acordando” revele algum propósito a mim desconhecido.

total refurbishment

In the incoming days I will totaly modify this blog (that means the categories)

Also I will start to link my other blogs direct here, tray to centralize a little this mess.

Deus, Magia e Ciência

Deus, Ser de grande sabedoria e poder presente na história da humanidade desde que esta tentou pela primeira vez buscar explicações para os fenomênos naturais que ocorriam em sua volta, desde fenomenos naturais como chuva, sol, vento até para assuntos mais profundos como a vida e a morte.

Para mim, Deus é um só, criador de tudo o que vemos, de tudo o que é belo, progenitor da vida, aquele que conhece todos os nossos anceios e nossos medos, que esta presente em todos os nossos futuros, sejam eles bons ou não, assim como esteve presente em nosso passado.

Hoje em dia pouco ligamos para sua existência, quando muito vamos a missa apenas para que nossos vizinhos nos vejam indo a missa, ao menos, é o que aparenta a maioria. Ignorando o fato de ser Católico, Judeu, Budista, Mulçumano, Deus é a representação de tudo o que é bom, se é bom para os outros, se não há maldade, se não causa sofrimento ao próximo, então vem de Deus.

Há aqueles que digam, que Deus não existe, que se existisse, não haveriam guerras, não haveriam doenças, miséria e afins. … continue reading this entry.

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